Atriz Giovana Cordeiro diz que teve de alisar cabelo por trabalho

Porém, ela nem sempre pôde se orgulhar do seu cabelo natural e exibi-lo naturalmente. Em entrevista ao UOL, a atriz conta que, dos 13 aos 17 anos, período em que trabalhou como modelo, ela precisou alisar os fios com produtos químicos.

“Nunca achei meu cabelo feio, achei que dava trabalho e o liso era considerado mais bonito. Fiz a última progressiva aos 17 e depois comecei a transição [capilar]. Quando eu fazia chapinha e ia para o colégio todos falavam: ‘Uau, você está linda, mais bonita’. Aí você começa a acreditar naquilo. Todo mundo estava alisando na época”, contou Giovana.

Porém, quando a atriz decidiu voltar ao seu cabelo natural, ele teve de enfrentar a resistência dos lugares onde trabalhava e chegou a ouvir pedidos e comentários inconvenientes sobre as madeixas.

Racismo no trabalhoUma pesquisa realizada pela consultoria Etnus mostra resultados alarmantes sobre como o racismo ainda está enraizado na cultura brasileira, afetando, inclusive, brasileiros no âmbito profissional.

De acordo com a pesquisa, 67% dos profissionais negros entrevistados já sentiram ter perdido uma vaga de emprego por conta de sua cor. 92% deles acreditam que ainda existe racismo na contratação de candidatos e 60% já sofreram preconceito no ambiente de trabalho.

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Prolizer é bom? O Sucesso do ramo de beleza do cabelo que recentemente foi liberado pela Anvisa no Brasil: progressiva de chuveiro Prolizer chapinha de chuveiro que vem auxiliando um grande número de pessoas a alisar os cabelos sem agredir o couro cabelo por todo continente europeu.